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Ao contrário da pintura
artística, em que o pintor desenvolve sua criatividade
sobre uma técnica, um estilo ou mesmo uma paisagem,
na arte decorativa as telas são usadas para preencher,
compor, resolver ou mesmo suavizar os espaços.
O artista estuda junto com o arquiteto e o cliente a temática
de cada ambiente e sua destinação. As telas
são criadas conforme técnicas, cores, estilos,
tamanhos no sentido de não só harmonizar o ambiente
mas também torná-lo agradável visualmente.
Tomemos como exemplo uma sala de recepção de
uma clínica de repouso, um extenso corredor de um apart-hotel,
um quarto de uma pousada tropical ou mesmo um restaurante
Art-Déco.
Impossível para um arquiteto ou decorador encontrar
em galerias de arte, dentro da mesma temática, telas
em número, cores, padrões e tamanhos para compor
o ambiente.
Exatamente nesta lacuna entra a pintura decorativa. Não
seríamos incoerentes se associássemos a pintura
decorativa à engenharia da arte ou talvez , mais politicamente
correto seria chamar a pintura decorativa de “Art on
Demand’’
Neste foco, Jefferson Cabral desenvolve junto aos arquitetos
e decoradores um estudo minucioso de cada ambiente, não
só pelo lado estético e atividade fim, mas também
sob orçamentos pré determinados.
No final das contas, o resultado é um trabalho que
não aparece , não chama a atenção
, pois o sentido é exatamente este : Harmonizar , preencher
e compor. |